Oficinas Livres2018-12-20T13:44:35+00:00

OFICINAS

A Toka do Oswald oferece oficinas para alunos do colégio e também de outras
escolas, garantindo aprendizado de saberes específicos de forma divertida e estimulante!
As oficinas são promovidas por educadores especialistas, em espaços adequados e horários diversificados.
Podendo ser cursadas individualmente ou dentro de opções do Período Integral, as
Oficinas da Toka abordam diferentes linguagens e saberes.

Meu(minha) filho(a) pode cursar apenas uma oficina?

Sim! As oficinas são abertas para alunos de todas as escolas e podem ser cursadas
de forma avulsa, sem fazer parte de uma rotina completa no Integral. Nossos professores e espaço
são especialmente preparados para as oficinas, que desenvolvem habilidades motoras,
saberes artísticos e promovem investigações tecnológicas!

OFICINAS

A Toka do Oswald oferece oficinas para alunos do colégio e também de outras escolas, garantindo aprendizado de saberes específicos de forma divertida e estimulante! As oficinas são promovidas por educadores especialistas, em espaços adequados e horários diversificados. Podendo ser cursadas individualmente ou dentro de opções do Período Integral, as
Oficinas da Toka abordam diferentes linguagens e saberes.

Meu(minha) filho(a) pode cursar apenas uma Oficina?

Sim! As oficinas são abertas para alunos de todas as escolas e podem ser cursadas de forma avulsa, sem fazer parte de uma rotina completa no Integral. Nossos professores e espaço são especialmente preparados para as oficinas, que desenvolvem habilidades motoras, saberes artísticos e promovem investigações tecnológicas!

Confira abaixo as oficinas que serão
oferecidas em 2019:

ARTE E EXPERIMENTAÇÃO

A Oficina de Arte e Experimentação é um espaço de criação. Em um ambiente lúdico, a criança é convidada a explorar as características e propriedades dos diversos materiais em relação a sua flexibilidade, cheiro, gosto, consistência, espessura, tamanho, assim como expressar suas emoções por meio das cores, linhas e formas, sem medo de crítica.

Nessa vivência, a criança aprimora suas habilidades e a concentração, interage em grupo, compartilha suas experiências, descobertas e impressões, e desenvolve a autoestima, na medida em que se sente livre e confiante para se movimentar e experimentar, sem a preocupação com a perfeição do produto, mas sim com o processo de elaboração.

Esse processo engloba o controle corporal, a coordenação, o equilíbrio, a motricidade, o sentir, ver, ouvir, pensar e falar, além da segurança e confiança em si e no adulto que acompanha, o qual atua com uma postura de coparticipação, e não de controle.

Professora: Laura Berbert
Artista visual, graduada e mestre pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Atua como artista-educadora desde 2014. Desenvolve sua pesquisa artística por meio de linguagens diversas com ênfase no desenho, fotografia e vídeo.

ATIVIDADES CIRCENSES – FII e Médio

As atividades circenses promovem muitos desafios corporais aos participantes. Diferentes conhecimentos corporais e expressivos do corpo entram em ação durante a prática das diferentes modalidades das artes circenses: malabarismo, trapézio, lira, tecido, acrobacias, palhaçaria, perna de pau.

Acrobacias: com movimentos básicos, como exercícios posturais, avião, vela, rolamentos, estrelas, paradas, saltos, giros, pirâmides humanas, entre outros. São gestos corporais desafiadores que para serem aprendidos e desenvolvidos, que exigem trabalho coletivo, cooperação, força, equilíbrio, alongamento, flexibilidade, agilidade e coragem. As acrobacias acima listadas são a base do trabalho corporal do curso de atividades circenses. São esses movimentos que preparam o corpo para as outras modalidades do Circo que seguem abaixo.

Malabarismo: teremos diversas formas de manipulação de objetos, em grupo ou individualmente: tules, bolas, aros, swing-poi e claves. Desenvolvimento da noção de ritmo, tempo, coordenação motora fina e óculo-motora são os maiores desafios da prática do malabares.

Pernas de pau: conquistar o equilíbrio, andar, correr, dançar, movimentar-se livremente, fazer malabarismo e tocar um instrumento musical.

Aéreos (trapézio, lira e tecido): subir, descer, travas, quedas e poses básicas serão os conteúdos explorados pelos alunos.

Todas essas atividades serão desenvolvidas com os equipamentos de segurança adequados, visando o conforto e a confiança dos participantes para aprender, incorporar e exercitar as artes circenses e suas proezas.

Professor: João Paulo Simão
Atuou como professor de Circo para crianças na Cia. Cênica Nau de Ícaros e Galpão do Circo. Realizou espetáculos de circo e projetos educacionais no grupo Os Tapiocas como equilibrista na perna de pau, percussionista e acrobata. Participou do projeto de Circo, Arte e Educação que aconteceu na Vila de Alter do Chão, no Pará, em janeiro de 2009 e 2010, uma parceria dos Tapiocas e do Ponto de Cultura da OCA (http://circoemalter.blogspot.com), sendo o projeto contemplado pelo Prêmio Carequinha e Interações Estéticas da FUNARTE. Licenciado em Educação Física pela Unicamp (2002) e Mestre em Educação pela Unicamp (2013). Atua desde 2003 como professor de Educação Física, ensinando Capoeira, Acrobacia e Atividades Circenses no Colégio Oswald de Andrade.

Malabarismo: teremos diversas formas de manipulação de objetos, em grupo ou individualmente: tules, bolas, aros, swing-poi e claves. Desenvolvimento da noção de ritmo, tempo, coordenação motora fina e óculo-motora são os maiores desafios da prática do malabares.

Pernas de pau: conquistar o equilíbrio, andar, correr, dançar, movimentar-se livremente, fazer malabarismo e tocar um instrumento musical.

Aéreos (trapézio, lira e tecido): subir, descer, travas, quedas e poses básicas serão os conteúdos explorados pelos alunos.

Todas essas atividades serão desenvolvidas com os equipamentos de segurança adequados, visando o conforto e a confiança dos participantes para aprender, incorporar e exercitar as artes circenses e suas proezas.

Professor: João Paulo Simão
Atuou como professor de Circo para crianças na Cia. Cênica Nau de Ícaros e Galpão do Circo. Realizou espetáculos de circo e projetos educacionais no grupo Os Tapiocas como equilibrista na perna de pau, percussionista e acrobata. Participou do projeto de Circo, Arte e Educação que aconteceu na Vila de Alter do Chão, no Pará, em janeiro de 2009 e 2010, uma parceria dos Tapiocas e do Ponto de Cultura da OCA (http://circoemalter.blogspot.com), sendo o projeto contemplado pelo Prêmio Carequinha e Interações Estéticas da FUNARTE. Licenciado em Educação Física pela Unicamp (2002) e Mestre em Educação pela Unicamp (2013). Atua desde 2003 como professor de Educação Física, ensinando Capoeira, Acrobacia e Atividades Circenses no Colégio Oswald de Andrade.

CAPOEIRA

Oficialmente reconhecida como esporte desde 1972 pelo Conselho Nacional de Desporto, a capoeira surgiu entre a população negra escravizada. Começou como dança festiva e evoluiu para uma forma de defesa contra os feitores e capitães do mato. A palavra significa “mato ralo”, onde os escravos se escondiam. Atualmente, a capoeira é praticada em quase todos os continentes, atraindo pessoas de todas as etnias, nacionalidades e classes sociais. Joga-se ao ritmo de atabaque, pandeiro, agogô e berimbau.

O trabalho básico do curso envolve a iniciação básica de movimentos; a roda de capoeira e seus fundamentos; o maculelê (dança folclórica com bastões); os instrumentos musicais da capoeira; o berimbau e seus vários toques; as cantigas.

Professor: Djalma Leme (Mestre Magrão)
Capoeirista desde 1979, tendo se graduado em 1987. Desde então, vem aperfeiçoando seus conhecimentos e desenvolvendo um trabalho de integração da história, da dança, da música e dos instrumentos da capoeira, buscando manter vivos seus princípios e fundamentos. Atualmente, leciona na Escola de Capoeira Cambapé, fundada em 1994, atendendo alunos de diferentes faixas etárias. Também dá aula de capoeira em escolas de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Superior.

Vestimenta: calça branca de tecido flexível e camiseta branca ou laranja, obrigatórias nas aulas (caso haja interesse, a vestimenta pode ser encomendada com o professor).

CERÂMICA

Acompanhando o homem desde a Pré-História, a arte da cerâmica, de gestos simples e precisos, mantém-se viva pelo latente desejo humano de dar forma a luminárias, móbiles, jogos de tabuleiro, animais, fantoches, bonecos, caixas, canecas, pratos, bules, vasos e esculturas. Por meio de técnicas especiais de modelagem manual da argila e queima em forno de alta temperatura, esses objetos adquirem resistência e beleza.

Trabalhar com argila é uma excelente maneira de desenvolver a habilidade tátil das crianças. De natureza tridimensional, o barro dá oportunidade aos pequenos de pensarem em estruturas, formas e figuras. Assim, as crianças conhecem a argila e sua capacidade de absorver gestos, sentimentos e desejos.

Colocam a mão na massa a partir de técnicas de modelagem, textura e pintura, o que exige idealizar e imaginar, além de criar e materializar. Nesse exercício, experimentam a transformação do barro mole, a partir de sua vontade e criatividade, em um objeto tridimensional, concreto, sólido e estruturado. Esse processo possibilita ao aluno trabalhar de forma criativa em sua ideia, entendendo as adaptações que podem ser feitas para atingir a forma desejada.

Além do desenvolvimento de um conjunto de habilidades motoras e mentais, a atividade reflete notavelmente no desenvolvimento interior do aluno, seja de seu potencial expressivo, ampliando os recursos de comunicação na linguagem plástica, seja de seu equilíbrio emocional e de sua flexibilidade, fortalecendo-o para enfrentar frustrações e perdas. Os esforços nesse processo são premiados ainda com a materialização das formas imaginadas.

Professora: Marília Zanotin Garcia
Ceramista e educadora. Formou-se em História pela USP em 2016, trabalhou em escolas e espaços destinados ao livre e artístico desenvolvimento infantil e, hoje, dedica-se ao estudo da Educação Terapêutica e Inclusiva através da Arte. Também desenvolve um trabalho autoral – a marca Z?Z – e atua como ceramista junto ao Atelier Alessandra Dantas, onde – e com quem – iniciou no universo da cerâmica.

CIRCO

O circo, como manifestação cultural, instiga o aluno pela novidade, desafio, diversão e vertigem, por meio de atividades que motivam, integram e valorizam o respeito ao corpo e ampliam o repertório cultural, entendendo a prática circense como manifestação artística e social integrante do patrimônio da nossa cultura.

As modalidades circenses abrangem malabares, acrobacias, aéreos (tecido, trapézio) e coreografias, proporcionando ao praticante o contato com uma nova cultura, além da experiência do trabalho em grupo, uma vez que a maioria dos exercícios necessita da ajuda de um companheiro. Os benefícios decorrentes das atividades são muitos: melhora do condicionamento físico, alongamento e flexibilidade, sem contar o desenvolvimento afetivo, social e atitudinal, como controle da ansiedade, desinibição e aprendizado em grupo.

Nas aulas de circo serão desenvolvidas as capacidades físicas de força, flexibilidade, resistência e velocidade, além das habilidades motoras específicas como equilíbrio (estático e dinâmico), lateralidade, noção espacial (sinestesia), coordenação motora fina, dentre outras. Tudo isso nas diversas modalidades circenses listadas abaixo:

  • Acrobacia: envolve rolamentos em diversos eixos, saltos, apoios invertidos etc., os quais podem acontecer individualmente, em duplas e/ou em grupo, desenvolvendo força, equilíbrio e flexibilidade.
  • Aéreos (tecido e trapézio): exercícios aéreos feitos por meio de instrumentos seguros, que desenvolvem flexibilidade, força e confiança.
  • Malabares: a manipulação de dois ou mais objetos, como bolas, claves ou aros, desenvolve a coordenação motora fina e a coordenação óculo-manual.

Professor: Fransergius Olivari Gebara
Graduado e licenciado em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. É também Especialista em Treinamento Desportivo pela UNIFESP. Foi atleta de Ginástica Artística e atua como professor de na Prefeitura de Osasco. Também foi integrante do Grupo Circense Estrupeados.

Vestimenta: roupa de tecido flexível, que não dificulte os movimentos.

CULINÁRIA

A proposta da Oficina de Culinária é abrir a porta do mundo colorido, gostoso e principalmente saudável da culinária para as crianças, por meio de momentos lúdicos relacionados à descoberta de novos sabores.

Nos encontros semanais, as crianças são estimuladas a incrementar seu paladar e dieta com legumes, frutas e outros ingredientes que vão abrir os horizontes para novas escolhas alimentares.

De forma lúdica, as crianças são os verdadeiros chefs. E, com a “mão na massa”, aprendem sobre proporções, manuseio adequado de ingredientes, armazenamento e higienização.

Sem ir pelo caminho mais radical, o trabalho procura apresentar às crianças receitas gostosas e enriquecidas, como brownies de chocolate que incluem espinafre e cenoura, por exemplo, incentivando o despertar de um novo interesse por esses ingredientes.

Um dos ingredientes para essa química toda funcionar e chamar a atenção das crianças é, com frequência, ter na aula os ingredientes in natura e a receita pronta, dessa maneira as crianças podem se surpreender com algo saboroso, que contém alimentos muitas vezes (até então) rejeitados.

Como acreditamos que a alimentação é pedagógica, outro aspecto a ser trabalhado é o contato e conhecimento dos alimentos, já que atualmente é muito comum crianças que não sabem, por exemplo, o que é uma cenoura e nem como é o seu formato na hora da colheita. Assim, as aulas não contam apenas com a receita, mas com o trabalho de todo o ciclo do alimento, desde o plantio de mudas e sementes germinadas até a história do alimento, com sua origem e cultura, além de atividades práticas que envolvam arte e criatividade.

Professora: Fernanda Pittelkow
Cozinheira formada pelo CCI (Cozinheiro Chef Internacional) do Senac. Tem um canal no YouTube chamado Cozinha sem Vergonha. Trabalha desde 2010 com cozinha, fazendo encomendas e eventos. Gosta de cozinhar de tudo, mas é apaixonada por fazer comida com ingredientes frescos, sem corantes, aromatizantes e produtos industrializados, incluindo ingredientes saudáveis em receitas tradicionais. Tem como objetivo deste curso proporcionar às crianças a oportunidade de descobrir ingredientes e preparações para ampliar o repertório gastronômico.

DANÇA

Considerando a dança como uma das formas privilegiadas de expressão do corpo criativo, o curso propõe um espaço onde as crianças possam desenvolver uma maior percepção de seu corpo e de seu movimento com base em princípios da dança contemporânea, release, educação somática e das danças, brincadeiras e jogos presentes nas culturas populares brasileiras. Qualidades e capacidades expressivas são desenvolvidas por meio da percepção corporal e do reconhecimento das distintas qualidades de movimento.

O conhecimento do próprio corpo em movimento – coordenar movimentos, equilibrar o tônus, explorar o espaço pessoal-físico-social, reconhecer os diferentes ritmos, reconhecer limites entre seu corpo e o corpo do outro, dançar no e com o grupo – é fundamental para o desenvolvimento psicomotor das crianças e contribui para o desenvolvimento do potencial expressivo e criativo de cada aluno dentro de um contexto coletivo.

O desenvolvimento psicomotor, a socialização e o processo criativo são trabalhados ludicamente, tornando possível a expressão do corpo criativo na dança. Nas aulas, o trabalho será desenvolvido a partir de técnicas criadas com base nas danças moderna, contemporânea, clássica e ioga, que trabalha fundamentalmente a respiração na realização de movimentos, com foco no “soltar, relaxar, liberar”.

O curso trabalhará:

  • atividades desenvolvidas a partir de conhecimentos da educação somática, com e sem materiais proprioceptivos;
  • brincadeiras da cultura infantil;
  • conteúdos da arte do movimento/dança educativa – Fatores de movimento (espaço, tempo, peso, fluência), exploração de direções e níveis;
  • danças populares brasileiras (frevo, bumba meu boi, maracatu, cirandas, samba, cacuriás e outras);
  • improvisação e investigação criativa;
  • dança como processo criativo e expressivo;
  • interfaces com outras linguagens e áreas do conhecimento, como artes visuais, música e teatro;
  • exercícios da técnica release: respiração, contração e relaxamento;
  • atividades lúdicas com posturas e ensinamentos da ioga;
  • atividades em duplas, trios e grupos de escuta coletiva;
  • apreciação artística.

Professora: Valéria Kimachi
Bailarina e musicista, com formação em dança clássica, contemporânea e danças afro-brasileiras. Em 1985 fez parte da primeira turma da Faculdade de Dança da Unicamp. Foi bolsista do Joffrey Ballet de Nova York em 1981. Participou dos espetáculos “No fire escape in hell”, em 1987, com Michael Clark; “Ópera dos Quinhentos”, dirigida por Naum Alves de Souza, em 1992, com J. C. Violla; “Manos Arriba”, “Palimpsesto” e “O Tico-Tico”, com o Grupo Marzipã, entre 1986 e 1990; “Pas-De-Deuses”, em 1985 e “Kashmir Bouquet”, em 2008, com Ivaldo Bertazzo. Estudou violino com Yoshitame Fukuda. Atualmente faz parte do grupo Vozeiral, formado por mulheres, que une canto e performance.

Vestimenta: roupa de tecido flexível.

ESCOLA DA BOLA E ESCOLA DE FUTEBOL

As vivências esportivas são direitos das crianças. Como se iniciar nessas práticas de maneira lúdica, desenvolvendo noções de respeito e cooperação? Como propor atividades que respeitem suas necessidades de desenvolvimento? Acreditamos que práticas coletivas trazem consigo um sem número de valores, sentimentos, emoções, tristezas e alegrias – por que não?

Qual a finalidade do trabalho com esportes como o desenvolvido na Escola da Bola, Futsal, ou outro, quando há Educação Física na grade curricular? O que distingue esses dois momentos? As diferenças são muitas e muito importantes, mas a principal é que há uma escolha individual motivada pelo gosto pelas atividades esportivas, o que é variável e heterogêneo nas aulas regulares de Educação Física. Tal inclinação pessoal deve ser respeitada e desenvolvida – esse é o papel fundamental do trabalho voltado aos esportes.

O que propor para a faixa etária que abrange a Educação Infantil e as séries iniciais do Ensino Fundamental I quando o papel dos esportes é claramente lúdico e sociabilizante? Além disso, que modelo desportivo pretendemos seguir para desenvolver esses aspectos? Devemos lembrar que os esportes são definidos nos Parâmetros Curriculares Nacionais como parte dos temas transversais, o que os situa muito além de uma simples prática: os esportes são formas vitais de se aprender a ser, a saber e a fazer. Nesse sentido, os focos dessa proposta são a participação e a educação desportiva, e não o rendimento desportivo, passível de experiência e abordagem crítica nas séries posteriores.

Para o G3 da Educação Infantil ao 3º ano do Ensino Fundamental, a Escola da Bola é uma metodologia de iniciação e aprendizagem desportiva fundamentada nas mais atuais das ciências do movimento e do treinamento desportivo. Os três componentes básicos do método são:

  1. Jogos situacionais: acertar o alvo, transportar a bola ao objetivo, tirar vantagem tática no jogo, participar de jogo coletivo, reconhecer espaços, superar o oponente, oferecer-se e orientar-se.
  2. Desenvolvimento de capacidades: exigências de pressão de tempo, precisão, complexidade, organização, variabilidade e carga.
  3. Desenvolvimento de habilidades: controle de ângulos, regulação de aplicação da força, determinação do momento do passe, das linhas de corrida e do tempo da bola, antecipação da direção do passe, antecipação defensiva e observação dos deslocamentos.

Esse conjunto de atividades visa relacionar movimentos comuns nos esportes, sem especialização precoce e de forma lúdica, aproximando os alunos dessa faixa etária das dimensões táticas, da coordenação e das técnicas presentes nos esportes com bola – tchuquebol, futsal, basquete, handebol e vôlei.

Para o 4º e 5º ano, faixa etária cujo interesse pelos esportes coletivos é evidente, a Escola de Futebol aparece como destaque, principalmente entre os meninos, embora seja crescente e desejável o interesse das meninas por essa atividade, o que nos leva a propor uma abordagem coeducativa, na qual meninos e meninas participam nas mesmas condições.

Para além dos elementos situacionais e do desenvolvimento de capacidades e habilidades específicas do futsal trabalhadas na Escola da Bola do G3 ao 3º ano, para as séries finais do Ensino Fundamental I ganham força os elementos legais (regras, espaços e materiais específicos), culturais, éticos, históricos e estéticos. Essa abordagem múltipla nos permite desenvolver uma iniciação desportiva específica que, embora tenha em si evidentes e importantes aspectos técnicos e competitivos, ainda revela uma riqueza humanista e cooperativa que ultrapassa muito sua simples prática.

Professor: Mauro César Fonseca Patrício
Professor e treinador de esportes, futsal e futebol society. Formado em Educação Física pelo Centro Universitário UniFMU (2004) e pós-graduado em Educação Física e Metodologia de Aprendizagem e Treinamento de Futebol e Futsal na Universidade Gama Filho (2006). Atuou como professor de escola de esportes, futebol, futsal e futebol society em algumas instituições de São Paulo, atendendo crianças de diversas faixas etárias.

Vestimenta: camiseta; bermuda, calção ou calça de tecido flexível, que não prenda os movimentos; meia e tênis.

ESCOLA DE ESPORTES

Os treinamentos esportivos tem como principal objetivo estimular a prática da atividade física e, além disso, mostrar por meio do esporte alguns conceitos sociais, como trabalhos em equipe, estímulos competitivos, respeito às regras em um ambiente que é necessário o auxílio de outras pessoas (alunos, professores e adversário) para tentar superar obstáculos.

GINÁSTICA ARTÍSTICA

A Ginástica Artística (GA) é uma das modalidades mais antigas entre os esportes olímpicos e sempre atraiu grande número de espectadores e praticantes pelo mundo devido ao fascínio causado pelos belos movimentos executados pelos ginastas.

Sua criação ocorreu na Alemanha, no início do século XIX, com a função de manter os alemães ativos e preparados para combates em tempos de invasões. Difundiu-se então para diversos países como uma manifestação, uma atividade de massas, até se tornar um esporte bem organizado, regido por uma federação internacional. Com a criação dos Jogos Olímpicos da era moderna, a GA tornou-se modalidade do programa olímpico, desde sua primeira edição em 1886, em Atenas, na Grécia.

Se, por um lado, a GA é vista como um esporte de alto nível, com exercícios difíceis e que necessita de longos treinamentos e extrema dedicação, por outro, pode e deve ser vista como uma atividade física de base formativa e educativa, com vista de uma perspectiva pedagógica de larga experiência motora.

Partindo-se do princípio de que a prática esportiva contribui de maneira significativa com o desenvolvimento corporal, motor, cognitivo, afetivo e social do praticante, além de colaborar para a sua formação como um cidadão capaz, temos o esporte como uma ferramenta educacional de grande qualidade, firmada como um direito de todos, cujo papel é essencial nas fases em que o ser humano tem o seu maior desenvolvimento: a infância e a adolescência.

É nessa perspectiva que se fundamenta o curso de Ginástica Artística. Acreditamos que a Ginástica Artística não é um esporte restrito a um determinado tipo físico. Também não é um esporte apenas para formar campeões por meio do treinamento intenso. A Ginástica Artística, antes de tudo, é uma atividade sem igual, que desenvolve as mais diversas habilidades e capacidades físicas do praticante, suas funções cognitivas e seu relacionamento social. É um esporte completo por desenvolver características físicas, morais e intelectuais dos alunos, tais como força, coordenação, flexibilidade, memória, percepção, concentração, coragem, disciplina, companheirismo, entre outras; e, por sua variedade, motiva a evolução e a superação de desafios por parte do praticante.

Professor: Fransergius Gebara
Graduado e licenciado em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP e Especialista em Treinamento Desportivo pela UNIFESP. Foi atleta de Ginástica Artística e atua como professor de Ginástica na prefeitura de Osasco. Também é integrante do Grupo Circense Estrupeados.

Vestimenta
Roupa de tecido flexível, que não dificulte os movimentos durante as aulas. Nas apresentações, as meninas usarão collant da Oficina Toka e os meninos shorts e camiseta da Oficina Toka.

HQ E ARTE DIGITAL

No desenho, imaginação e técnica aliam-se para criar. O curso de Histórias em Quadrinhos e Arte Digital irá unir técnicas tradicionais da arte sequencial e apresentar todas as etapas de produção com as novas possibilidades tecnológicas para produzir ações digitais, como animações, jogos e conteúdos para diversas plataformas.

Em um espaço livre para descobertas e exercícios, os alunos aprimoram sua expressão artística, desenvolvem habilidades em desenho e outras técnicas, descobrindo novas formas e estilos pessoais de expressão, dando vida às suas ideias e sentimentos pela arte.

Professor: Daniel Vardi
É professor de História em Quadrinhos, colecionador de gibis e desenhista. Criador da Publigibi, empresa especializada em multimídia, animação e HQ. Desenvolvedor e criador do Projeto Amanhecer, que, em parceria com a Dixie Toga, realizou trabalho de inclusão digital através da arte-educação, contemplando aproximadamente 1.800 crianças em 10 cidades brasileiras.

KUNG FU

Os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) afirmam a necessidade de os alunos participarem de atividades corporais, manterem atitudes de respeito e repúdio às práticas de violência contra o outro, aprenderem com a diversidade cultural de maneira plural, desenvolverem a capacidade analítica e crítica. As artes marciais de um modo geral, e em específico o Kung Fu, entram exatamente nesse contexto, como uma ferramenta para o desenvolvimento holístico da criança e do adolescente.

O Kung Fu é uma arte marcial milenar, sua história está ligada diretamente à história da China. Nos dias de hoje, pode ser considerada uma arte marcial direcionada para o bem estar físico, para a saúde mental, para a correção e manutenção do sistema motor, para a melhoria do sistema respiratório, dentre muitos outros benefícios.

Por ser uma incrível técnica de defesa pessoal, melhora a autoestima, condicionamento físico e cuidado com a saúde. Kung Fu significa “habilidade”, e cada participante pode direcioná-la para aquilo que mais necessita.

Professor: Marcus Martins
É formado em História pela Uni Sant’Anna e especializado em arqueologia pela PUC, tendo atuado vários anos na profissão. Desde cedo, fascinado pelas artes marciais, em especial a chinesa, escolheu o Kung Fu como meio de vida. Treinou estilo Louva-a-Deus com o Mestre Gabriel Pires de Amorim e Tai Chi com o Mestre Dagoberto Luiz de Souza. Foi, em 2004 e 2005, campeão paulista e brasileiro. Participou de diversos campeonatos nacionais e internacionais. Foi sócio instrutor da TSKF Casa Verde, onde formou outros instrutores. Em 2008, alcançou o grau de faixa preta de Kung Fu e, em 2009, sagrou-se campeão em Tai Chi no Campeonato Mundial na Alemanha. Em 2008 e 2009, atuou como árbitro no internacional Championship Tournament e, em 2010, foi convidado a chefiar a arbitragem de Tai Chi no mesmo campeonato. Possui artigos publicados, dentre eles: “Artes Marciais e suas influências na História da China” (revista Desvendando a História,  Editora Escala, 2008). Possui conhecimentos em traumatologia especializada para artes marciais. É membro da Associação Internacional de Kung Fu Yee’s Hung Ga, sob a supervisão do Grão Mestre Frank Yee (Yee Chi Wai) e Sifu Pedro Cepero Yee, dedicando-se ao ensinamento e continuidade do Kung Fu tradicional e do Tai Chi.

Vestimenta:
• Calça Kung Fu (preta com elástico no tornozelo);
• Camiseta amarela “Hung ga” (estilo do Kung Fu trabalhado no curso);
• Faixa de Kung Fu.

LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO MUSICAL

Esta oficina intersérie é voltada para a criação e composição coletiva de peças autorais, que serão ensaiadas ao longo das aulas, buscando desenvolver o conhecimento de diferentes técnicas de composição e aumentando o repertório de gêneros musicais. As atividades são especialmente voltadas para músicas instrumentais.

MARCENARIA E METALURGIA

Nesta oficina de marcenaria básica serão abordadas técnicas dos ofícios tradicionais da marcenaria. Apresentar as ferramentas, as máquinas, a forma certa e segura de usá-las, assim como cuidar delas e do espaço. Criar a autonomia no ambiente de uma oficina com exercícios práticos de criação e montagem de projetos.

Já a oficina de introdução às técnicas do ferreiro tem como proposta apresentar um ofício tradicional que está cada vez mais sendo esquecido. Os alunos participarão de aulas expositivas e práticas na construção de ferramentas e utensílios que poderão ser utilizados posteriormente para construir outros projetos, por exemplo: forjar um martelo. Além disso, serão tratadas especificidades dos metais no âmbito da metalurgia e dos tratamentos térmicos necessários para cada propósito.

Professor: Roger Satoru Nakumo
É bacharel em Artes Visuais pela Faap. Trabalha como Assistente de Artes Visuais no Colégio Oswald de Andrade do Ensino Fundamental II e Ensino Médio e também é oficineiro das eletivas do Ensino Fundamental II, com o curso de Dispositivos Eletrônicos. Durante 4 anos foi tutor no ateliê Tempo & Espaço, desenvolvendo projetos com crianças e adolescentes de 05 a 18 anos. Trabalha com projetos de cutelaria artesanal que vão desde facas para cozinha até lâminas para ferramentas da marcenaria. Ministra cursos de introdução à cutelaria para adultos em sua oficina.

MUSICALIZAÇÃO

Esta oficina visa proporcionar às crianças, de forma lúdica, o desenvolvimento da percepção sobre os elementos musicais, como andamento, altura, ritmo e intensidade dos sons, a partir da exploração de instrumentos musicais, movimentos corporais e possibilidades sonoras do corpo, oferecendo uma experiência que estimule o interesse da criança pela música como recurso expressivo, com abertura para uma possível futura escolha instrumental.

Dentro dessa proposta, o manuseio e conhecimento de diversos instrumentos percussivos, melódicos e harmônicos, como violão, violino, metalofone, sinos, caxixis, agogôs, reco-recos, pandeiros, cabuletês, paus-de-chuva, entre outros, são incorporados em atividades de contação de histórias, dramatização e jogos, favorecendo também a construção de um repertório musical. Além disso, alia-se à prática de instrumentos a exploração de sons produzidos por objetos e pelo corpo, bem como a construção de instrumentos pelos próprios alunos, utilizando materiais diversos como sucatas.

O trabalho conta com o aproveitamento da experiência e especialidade instrumental de seus professores e de uma organização dinâmica do tempo de aula, contemplando as possibilidades da faixa etária.

Professores:
Gualtieri Beloni Filho
Maestro, compositor, violonista e cantor. Formado em Música, com habilitação em violão clássico, pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, e em Composição e Regência, pelo Instituto de Artes da Unesp. Foi cantor do Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo de 1990 a 2002, atuando também como arranjador, violonista e compositor em vários espetáculos do Teatro. Apresentou sua Suíte Sinfônica para Coral e Orquestra, em 2001, na abertura dos concertos do novo milênio, também no Teatro Municipal, sob a regência do maestro Samuel Kerr. Atuou como solista (tenor) em vários musicais e obras sinfônicas. Foi maestro de diversos corais de empresas (Pepico, Alcatel, Ipiranga, entre outros). Compõe trilhas sonoras institucionais para TV e peças de teatro. Foi maestro do coral infanto-juvenil dos Meninos do Morumbi. É o atual regente do Coral CETESB e do Coral do TEMS. Assumiu a regência do Coral do Colégio Oswald de Andrade desde 2007. É professor de musicalização infantil.  

Valéria Kimachi
Bailarina e musicista, com formação em dança clássica, contemporânea e danças afro-brasileiras. Em 1985 fez parte da primeira turma da Faculdade de Dança da Unicamp. Foi bolsista do Joffrey Ballet de Nova York em 1981. Participou dos espetáculos “No fire escape in hell”, em 1987, com Michael Clark; “Ópera dos Quinhentos”, dirigida por Naum Alves de Souza, em 1992, com J. C. Violla; “Manos Arriba”, “Palimpsesto” e “O Tico-Tico”, com o Grupo Marzipã, entre 1986 e 1990; “Pas-De-Deuses”, em 1985 e “Kashmir Bouquet”, em 2008, com Ivaldo Bertazzo. Estudou violino com Yoshitame Fukuda. Atualmente faz parte do grupo Vozeiral, formado por mulheres, que une canto e performance.

NATAÇÃO

A prática esportiva é fundamental para o desenvolvimento das crianças e a natação, por excelência, merece uma atenção especial. Além dos benefícios físicos como desempenho cardiovascular, respiratório, alívio das articulações, coordenação motora, entre outros, a sua prática desde cedo é útil e necessária, na medida em que envolve questões de segurança.

Para atender a esses objetivos, buscamos uma parceria com uma escola de natação experiente no trabalho com crianças de idades diferentes, entendendo que o lúdico e o técnico devem ser considerados para que as crianças se sintam estimuladas ao aprendizado e os desafios propostos respeitem as necessidades (possibilidades e limites) de cada faixa etária.

Para as crianças, o contato com a água é bastante atraente. Por meio do lúdico, as crianças familiarizam-se com o meio líquido (em piscinas com água aquecida e tratada com sal), aprendendo a nadar, inicialmente, sem se dar conta. Aos poucos o aprendizado vai se tornando mais consciente e vão desenvolvendo cada um dos estilos de nado.

Parceria: Escola de Natação Mundo Azul
http://www.escolamundoazul.com.br

ROBÓTICA

Brincar, divertir-se e aprender é o que as crianças fazem nas aulas de robótica!

A robótica vem crescendo e ganhando espaço não só no mundo científico, mas também em escolas, promovendo enorme interesse das crianças por ser uma ferramenta que permite sua interação com o meio e a demonstração prática de muitos conceitos teóricos, às vezes de difícil compreensão.

A Robótica Educacional consiste em criar um ambiente de aprendizagem que reúna materiais de diversos tipos, compostos por peças e mecanismos de diferentes funções e possibilidades, engrenagens, motores e sensores controláveis por computador e softwares que permitam programar, de alguma forma, o funcionamento dos modelos montados. Dentro do curso, os alunos são desafiados a observar, abstrair, raciocinar e inventar, explorando sua capacidade de criação.

A robótica ajuda no desenvolvimento cognitivo das crianças por meio de atividades desenvolvidas em grupo, em que podem vivenciar situações e desafios do seu cotidiano: planejamento, apuração as ideias, montagem, programação, teste e correção do funcionamento de mecanismos.

Dessa forma, trabalhar em equipe, partilhando conhecimentos e aprendendo de forma cooperativa, compreender conceitos de física, matemática, arte e engenharia, adquirir autonomia, desenvolver raciocínio lógico, pensamento crítico, habilidade de planejar, registrar, resolver problemas e criar são algumas das aprendizagens que o curso de robótica propicia, objetivos pertinentes a sua metodologia e perseguidos a cada aula.

Material
Cada criança possui um conjunto de materiais (kit), com o qual trabalha tanto nas aulas como nas propostas de trabalho de casa. O kit robótica é formado por uma variedade de peças com diferentes funções (pinos, eixos, engrenagens, polias, motores, sensores, suportes, baterias…) que possibilitam a montagem dos diversos projetos, sejam estruturas rígidas ou móveis. Junto com o kit, há ainda uma apostila com propostas de atividades e desafios, utilizada para orientação na montagem dos projetos, planejamentos e registros das descobertas.

Coordenadora:  Lyselene Candalaft Alcântara
É formada em Ciências da Computação pela Unicamp; Especialista em Educação pelo Mackenzie e Universidade de Juiz de Fora; Especialista em Administração pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou em alguns projetos relacionados ao uso da tecnologia no processo ensino/aprendizagem: “Projeto Horizonte” (IBM); “Linguagem Logo” (Unicamp); “Projeto ThinkQuest” (Oracle). Longa experiência em tecnologia aplicada; nos últimos anos, seu foco de atuação tem sido a Robótica Educacional. Atualmente é responsável pelo desenvolvimento de projetos, capacitação de professores e implantação de cursos em escolas que tenham parceria com a Robota Tecnologia Educacional.

Professores:
Clodoaldo Silva
É professor de Robótica Educacional pela Robota Tecnologia Educacional, formado em Eletrônica pela Radial, em 1996, e Pedagogia pela UNIESP, em 2015. Atua como educador desde 2014, em projetos que envolvem tecnologia e educação. Seu trabalho tem como foco incentivar a criatividade, o trabalho em equipe e o aprendizado usando a Robótica Educacional como ferramenta pedagógica de desenvolvimento humano.

Isabel Cristina Colsato
É professora de Matemática licenciada pela Faculdade de Ciências e Letras Teresa Martin em 1982, Pós-graduada em Educação Matemática com novas Tecnologias pela Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC em 2009. Tem ampla experiência em sala de aula, atuando desde 1995 como professora das redes estadual e particular de ensino do Estado de São Paulo. Professora de Robótica Educacional pela  Robota Tecnologia Educacional desde 2015, ministrando aulas de robótica, lógica, programação e informática para alunos do Ensino Fundamental I e II. Ministrou cursos de especialização na área de lógica e de programação pela Escola Politécnica da USP em 2015, pela PUC-SP em 2016, e pela UNIFAL em 2017.

TEATRO

O curso de Teatro pretende, ao longo dos encontros, desenvolver nas crianças habilidades para utilizar o corpo de forma expressiva, improvisando e experimentando elementos do teatro. Para tanto, são realizados exercícios teatrais que visam promover o jogo, princípio importante da vivência da prática teatral. Os jogos teatrais constituem desafios pelos quais as crianças são estimuladas a criar situações com e sem o uso da palavra, por meio de recursos como imagens, pinturas, adereços, sejam do acervo do próprio curso ou criados e confeccionados pelos alunos.

As aulas de Teatro para crianças (G3 ao G5)
Nas aulas, serão feitas propostas tendo em vista:

  • trabalhar elementos teatrais básicos: ritmo, espaço, histórias, contato com canções, poesias, contos, bonecos (teatro de sombras e teatro de bonecos), entre outros;
  • desenvolver trabalho corporal para que a criança explore, reconheça e descubra suas possibilidades;
  • possibilitar à criança um espaço onde possa experimentar, vivenciar e brincar com outras crianças.

As aulas começam com um aquecimento corporal por meio de jogos e brincadeiras. Em um segundo momento é feita a proposta do dia, sempre lúdica: construção de uma história utilizando adereços, cenários, música, iluminação, por exemplo. Por fim, um exercício de relaxamento.

As aulas de Teatro para crianças (1º ao 5º ano)
Nas aulas, serão propostas atividades que visam trabalhar conteúdos, conceitos e habilidades essenciais para a vivência teatral, tais como:

  • compreensão do teatro como comunicação e produção coletivas;
  • desenvolvimento da observação;
  • experimentação, reconhecimento, exploração e descoberta de suas possibilidades a partir do trabalho corporal;
  • utilização do corpo e da voz de forma expressiva;
  • vivência da improvisação, criando significados no plano sensório-motor;
  • conhecimento e utilização de elementos teatrais básicos, como ritmo, espaço, som, luz, contos, poesias, canções, músicas, bonecos (teatro de boneco e teatro de sombras), cenários, figurinos…

As aulas começam com um aquecimento corporal por meio de jogos e brincadeiras. Em um segundo momento é feita a proposta do dia, que pode ser individual ou coletiva. No final, abre-se espaço para que os alunos troquem suas experiências e vivências teatrais.

Professora: Tássia Melo
Atriz, bailarina e professora. Graduada em Educação Física, formada em Ballet pela Royal Academy of Dance (Londres) e em teatro pela Escola de Atores Wolf Maya. Participou de cursos de aprimoramento tanto em dança como em teatro, em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Joinville, Puebla (México), entre outras. Possui anos de experiência como professora de dança e teatro para crianças, adolescentes e adultos. Em TV e cinema, participou do filme E a vida continua, de Paulo Figueiredo. Em teatro, participou da montagem da peça Tio Vânia, pelo projeto Ademar Guerra, sob direção de Erick Gallani; São Paulo Surrealista I e São Paulo Surrealista 2: A Poesia feita Espuma, da Cia. Teatro do Incêndio, sob direção de Marcelo Marcus Fonseca; O Lugar de Onde se Vê, da Cia. Ouro Velho, sob direção de Paulo Marcos (em cartaz). Diretora de Movimento na montagem Fora da Ordem e Macunaíma, direção de Paulo Marcos Brito, Escola de Atores Wolf Maya.

VIOLÃO

A oficina de Violão compreende as técnicas do violão popular e erudito, além de uma iniciação à guitarra e ao contrabaixo elétrico, assim como noções básicas de canto.

As aulas são dadas em grupo, favorecendo o desenvolvimento da capacidade de ouvir e de assumir diferentes funções com o instrumento (solo, acompanhamento e baixo). Essa dinâmica possibilita a participação do aluno no projeto de formação de bandas, que vai se aprimorando no decorrer das etapas abaixo.

  • 1a etapa – após a escolha do tamanho de violão adequado e do material de apoio, os alunos aprendem o posicionamento para tocar, o nome das notas, pequenas melodias, alguns acordes, ritmos e entoação de voz.
  • 2a etapa – propõem-se novos conteúdos de aprimoramento técnico do violão, como escalas, estudos para mão direita e esquerda, encadeamentos de acordes, melodias mais elaboradas, novos ritmos e acordes com pestana, além do contínuo desenvolvimento vocal.
  • 3a etapa – desenvolvem-se técnicas e estilos específicos para violão, guitarra, contrabaixo e voz (dedilhados; uso da palheta; acordes dissonantes; riffs e solos de rock; linhas de baixo; backing vocal; ritmos da bossa nova, samba e jazz).
  • 4a etapa – introdução de técnicas avançadas em improvisação, percepção, arranjo, harmonia e violão erudito.

OBS.: a leitura de partitura e cifra acompanha todas as etapas.

Material (antes de adquirir, conversar com o professor – na primeira aula do curso – para ter as especificações de modelos, tamanhos e marcas adequados a cada aluno):

  • Violão
  • Apoio de pé
  • Estante de partitura
  • Pasta catálogo

Professor: Danilo Trevisan
É professor de violino e violão, formado em Música pela USP, tendo cursado várias disciplinas na área da Filosofia, Estética da Arte e Psicologia na USP, na PUC e na UFBA. Deu aulas no Espaço Musical, bem como nos cursos extracurriculares do Colégio Oswald, onde atuou por mais de 10 anos. Atualmente desenvolve o projeto “Tocando na Escola”, em alguns colégios particulares de São Paulo. Em 2012 integrou-se à equipe da Oficina Toka como professor.

VIOLINO

O violino é um dos instrumentos importantes da orquestra. Sua prática exige dedicação, desenvolve a coordenação de vários movimentos simultâneos, a concentração, o raciocínio, a percepção e a consciência corporal.

Por sua flexibilidade natural, as crianças têm muito mais facilidade para aprendê-lo. Elas aprendem e memorizam de 10 a 20 músicas por ano, por meio da leitura de partituras.

Um dos objetivos do curso é capacitar e motivar o aluno a uma eventual profissionalização, o que exige aproximadamente nove anos de estudo. O método é inicialmente voltado para o universo lúdico da criança.

É imprescindível no curso que as famílias assistam as aulas (pai, mãe ou responsável), tendo em vista corrigir a postura das crianças e organizar seus ensaios em casa.

Material (antes de adquirir, conversar com o professor – na primeira aula do curso – para ter as especificações de modelos, tamanhos e marcas adequados a cada aluno):

  • Violino
  • Espaleira
  • Estante de partitura
  • Pasta catálogo
  • Caderneta de anotações

Professor: Danilo Trevisan é professor de violino e violão, formado em Música pela USP, tendo cursado várias disciplinas na área da Filosofia, Estética da Arte e Psicologia na USP, na PUC e na UFBA. Deu aulas no Espaço Musical, bem como nos cursos extracurriculares do Colégio Oswald, onde atuou por mais de 10 anos. Atualmente desenvolve o projeto “Tocando na Escola”, em alguns colégios particulares de São Paulo. Em 2012 integrou-se à equipe da Oficina Toka como professor.

YOUNG ENGINEERS

Hoje vivemos em um mundo cada vez mais imerso em tecnologia. De celulares a IoT (Internet das Coisas), as profissões do futuro demandarão habilidades e conhecimento para navegar as áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

Na Young Engineers, acreditamos que a maneira mais eficaz de envolver as crianças e ajudá-las a desenvolver tais habilidades é tornando o aprendizado divertido e estimulante.

Quem somos nós?
Os programas da Young Engineers já são comprovadamente aplicados em mais de 40 países e chegam agora ao Brasil. Nós oferecemos às crianças a oportunidade de aprender por meio de uma abordagem de Edutainment (a combinação de educação e entretenimento), usando blocos LEGO® para transmitir conceitos teóricos de um jeito divertido.

A Young Engineers é a única empresa de engenharia educacional com uma equipe dedicada de Pesquisa & Desenvolvimento formada por pedagogos e engenheiros. Nós não apenas educamos, também estamos sendo educados todos os dias.

Como fazemos isso? Combinando dois métodos.
A Young Engineers oferece uma solução de aprendizado simples para temas educacionais complexos, nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O método de aprendizado em espiral (spiral learning) expõe as crianças ao mesmo conceito teórico em diversos projetos diferentes ao longo do curso, em um grau de complexidade crescente, permitindo sua fixação e aprendizado.

O método PBL (Project Based Learning) aprimora as habilidades de aprendizado independentes, que devem ajudar estudantes e adultos a enfrentar os desafios da vida real ao lado do aprendizado.

Parceria: Young Engineers
https://www.facebook.com/Young-Engineers-Sao-Paulo-Brasil-945591382294166/

ARTE E EXPERIMENTAÇÃO

A Oficina de Arte e Experimentação é um espaço de criação. Em um ambiente lúdico, a criança é convidada a explorar as características e propriedades dos diversos materiais em relação a sua flexibilidade, cheiro, gosto, consistência, espessura, tamanho, assim como expressar suas emoções por meio das cores, linhas e formas, sem medo de crítica.

Nessa vivência, a criança aprimora suas habilidades e a concentração, interage em grupo, compartilha suas experiências, descobertas e impressões, e desenvolve a autoestima, na medida em que se sente livre e confiante para se movimentar e experimentar, sem a preocupação com a perfeição do produto, mas sim com o processo de elaboração.

Esse processo engloba o controle corporal, a coordenação, o equilíbrio, a motricidade, o sentir, ver, ouvir, pensar e falar, além da segurança e confiança em si e no adulto que acompanha, o qual atua com uma postura de coparticipação, e não de controle.

Professora: Laura Berbert
É artista visual, graduada e mestre pela Escola de Belas Artes da UFMG. Atua como artista-educadora desde 2014. Desenvolve sua pesquisa artística por meio de linguagens diversas com ênfase no desenho, fotografia e vídeo.

ATIVIDADES CIRCENSES – FII e Médio

As atividades circenses promovem muitos desafios corporais aos participantes. Diferentes conhecimentos corporais e expressivos do corpo entram em ação durante a prática das diferentes modalidades das artes circenses: malabarismo, trapézio, lira, tecido, acrobacias, palhaçaria, perna de pau.

Acrobacias: com movimentos básicos, como exercícios posturais, avião, vela, rolamentos, estrelas, paradas, saltos, giros, pirâmides humanas, entre outros. São gestos corporais desafiadores que para serem aprendidos e desenvolvidos, que exigem trabalho coletivo, cooperação, força, equilíbrio, alongamento, flexibilidade, agilidade e coragem. As acrobacias acima listadas são a base do trabalho corporal do curso de atividades circenses. São esses movimentos que preparam o corpo para as outras modalidades do Circo que seguem abaixo.

Malabarismo: teremos diversas formas de manipulação de objetos, em grupo ou individualmente: tules, bolas, aros, swing-poi e claves. Desenvolvimento da noção de ritmo, tempo, coordenação motora fina e óculo-motora são os maiores desafios da prática do malabares.

Pernas de pau: conquistar o equilíbrio, andar, correr, dançar, movimentar-se livremente, fazer malabarismo e tocar um instrumento musical.

Aéreos (trapézio, lira e tecido): subir, descer, travas, quedas e poses básicas serão os conteúdos explorados pelos alunos.

Todas essas atividades serão desenvolvidas com os equipamentos de segurança adequados, visando o conforto e a confiança dos participantes para aprender, incorporar e exercitar as artes circenses e suas proezas.

Professor: João Paulo Simão
Atuou como professor de Circo para crianças na Cia. Cênica Nau de Ícaros e Galpão do Circo. Realizou espetáculos de circo e projetos educacionais no grupo Os Tapiocas como equilibrista na perna de pau, percussionista e acrobata. Participou do projeto de Circo, Arte e Educação que aconteceu na Vila de Alter do Chão, no Pará, em janeiro de 2009 e 2010, uma parceria dos Tapiocas e do Ponto de Cultura da OCA (http://circoemalter.blogspot.com), sendo o projeto contemplado pelo Prêmio Carequinha e Interações Estéticas da FUNARTE. Licenciado em Educação Física pela Unicamp (2002) e Mestre em Educação pela Unicamp (2013). Atua desde 2003 como professor de Educação Física, ensinando Capoeira, Acrobacia e Atividades Circenses no Colégio Oswald de Andrade.

CAPOEIRA

Oficialmente reconhecida como esporte desde 1972 pelo Conselho Nacional de Desporto, a capoeira surgiu entre a população negra escravizada. Começou como dança festiva e evoluiu para uma forma de defesa contra os feitores e capitães do mato. A palavra significa “mato ralo”, onde os escravos se escondiam. Atualmente, a capoeira é praticada em quase todos os continentes, atraindo pessoas de todas as etnias, nacionalidades e classes sociais. Joga-se ao ritmo de atabaque, pandeiro, agogô e berimbau.

O trabalho básico do curso envolve:

  • iniciação básica de movimentos;
  • a roda de capoeira e seus fundamentos;
  • o maculelê (dança folclórica com bastões);
  • os instrumentos musicais da capoeira;
  • o berimbau e seus vários toques;
  • as cantigas.

Professor: Djalma Leme (Mestre Magrão)
É capoeirista desde 1979, tendo se graduado em 1987. Desde então, vem aperfeiçoando seus conhecimentos e desenvolvendo um trabalho de integração da história, da dança, da música e dos instrumentos da capoeira, buscando manter vivos seus princípios e fundamentos. Atualmente, leciona na Escola de Capoeira Cambapé, fundada em 1994, atendendo alunos de diferentes faixas etárias. Também dá aula de capoeira em escolas de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Superior.

Vestimenta: calça branca de tecido flexível e camiseta branca ou laranja, obrigatórias nas aulas (caso haja interesse, a vestimenta pode ser encomendada com o professor).

CERÂMICA

Acompanhando o homem desde a Pré-História, a arte da cerâmica, de gestos simples e precisos, mantém-se viva pelo latente desejo humano de dar forma a luminárias, móbiles, jogos de tabuleiro, animais, fantoches, bonecos, caixas, canecas, pratos, bules, vasos e esculturas. Por meio de técnicas especiais de modelagem manual da argila e queima em forno de alta temperatura, esses objetos adquirem resistência e beleza.

Trabalhar com argila é uma excelente maneira de desenvolver a habilidade tátil das crianças. De natureza tridimensional, o barro dá oportunidade aos pequenos de pensarem em estruturas, formas e figuras. Assim, as crianças conhecem a argila e sua capacidade de absorver gestos, sentimentos e desejos.

Colocam a mão na massa a partir de técnicas de modelagem, textura e pintura, o que exige idealizar e imaginar, além de criar e materializar. Nesse exercício, experimentam a transformação do barro mole, a partir de sua vontade e criatividade, em um objeto tridimensional, concreto, sólido e estruturado. Esse processo possibilita ao aluno trabalhar de forma criativa em sua ideia, entendendo as adaptações que podem ser feitas para atingir a forma desejada.

Além do desenvolvimento de um conjunto de habilidades motoras e mentais, a atividade reflete notavelmente no desenvolvimento interior do aluno, seja de seu potencial expressivo, ampliando os recursos de comunicação na linguagem plástica, seja de seu equilíbrio emocional e de sua flexibilidade, fortalecendo-o para enfrentar frustrações e perdas. Os esforços nesse processo são premiados ainda com a materialização das formas imaginadas.

Professora: Marília Zanotin Garcia
É ceramista e educadora. Formou-se em História pela USP em 2016, trabalhou em escolas e espaços destinados ao livre e artístico desenvolvimento infantil e, hoje, dedica-se ao estudo da Educação Terapêutica e Inclusiva através da Arte. Também desenvolve um trabalho autoral – a marca Z?Z – e atua como ceramista junto ao Atelier Alessandra Dantas, onde – e com quem – iniciou no universo da cerâmica.

CIRCO

O circo, como manifestação cultural, instiga o aluno pela novidade, desafio, diversão e vertigem, por meio de atividades que motivam, integram e valorizam o respeito ao corpo e ampliam o repertório cultural, entendendo a prática circense como manifestação artística e social integrante do patrimônio da nossa cultura.

As modalidades circenses abrangem malabares, acrobacias, aéreos (tecido, trapézio) e coreografias, proporcionando ao praticante o contato com uma nova cultura, além da experiência do trabalho em grupo, uma vez que a maioria dos exercícios necessita da ajuda de um companheiro. Os benefícios decorrentes das atividades são muitos: melhora do condicionamento físico, alongamento e flexibilidade, sem contar o desenvolvimento afetivo, social e atitudinal, como controle da ansiedade, desinibição e aprendizado em grupo.

Nas aulas de circo serão desenvolvidas as capacidades físicas de força, flexibilidade, resistência e velocidade, além das habilidades motoras específicas como equilíbrio (estático e dinâmico), lateralidade, noção espacial (sinestesia), coordenação motora fina, dentre outras. Tudo isso nas diversas modalidades circenses listadas abaixo:

  • Acrobacia: envolve rolamentos em diversos eixos, saltos, apoios invertidos etc., os quais podem acontecer individualmente, em duplas e/ou em grupo, desenvolvendo força, equilíbrio e flexibilidade.
  • Aéreos (tecido e trapézio): exercícios aéreos feitos por meio de instrumentos seguros, que desenvolvem flexibilidade, força e confiança.
  • Malabares: a manipulação de dois ou mais objetos, como bolas, claves ou aros, desenvolve a coordenação motora fina e a coordenação óculo-manual.

Professor: Fransergius Olivari Gebara é graduado e licenciado em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP. É também Especialista em Treinamento Desportivo pela UNIFESP. Foi atleta de Ginástica Artística e atua como professor de na Prefeitura de Osasco. Também foi integrante do Grupo Circense Estrupeados.

Vestimenta: roupa de tecido flexível, que não dificulte os movimentos.

CULINÁRIA

A proposta da Oficina de Culinária é abrir a porta do mundo colorido, gostoso e principalmente saudável da culinária para as crianças, por meio de momentos lúdicos relacionados à descoberta de novos sabores.

Nos encontros semanais, as crianças são estimuladas a incrementar seu paladar e dieta com legumes, frutas e outros ingredientes que vão abrir os horizontes para novas escolhas alimentares.

De forma lúdica, as crianças são os verdadeiros chefs. E, com a “mão na massa”, aprendem sobre proporções, manuseio adequado de ingredientes, armazenamento e higienização.

Sem ir pelo caminho mais radical, o trabalho procura apresentar às crianças receitas gostosas e enriquecidas, como brownies de chocolate que incluem espinafre e cenoura, por exemplo, incentivando o despertar de um novo interesse por esses ingredientes.

Um dos ingredientes para essa química toda funcionar e chamar a atenção das crianças é, com frequência, ter na aula os ingredientes in natura e a receita pronta, dessa maneira as crianças podem se surpreender com algo saboroso, que contém alimentos muitas vezes (até então) rejeitados.

Como acreditamos que a alimentação é pedagógica, outro aspecto a ser trabalhado é o contato e conhecimento dos alimentos, já que atualmente é muito comum crianças que não sabem, por exemplo, o que é uma cenoura e nem como é o seu formato na hora da colheita. Assim, as aulas não contam apenas com a receita, mas com o trabalho de todo o ciclo do alimento, desde o plantio de mudas e sementes germinadas até a história do alimento, com sua origem e cultura, além de atividades práticas que envolvam arte e criatividade.

Professora: Fernanda Pittelkow
Cozinheira formada pelo CCI (Cozinheiro Chef Internacional) do Senac. Tem um canal no YouTube chamado Cozinha sem Vergonha. Trabalha desde 2010 com cozinha, fazendo encomendas e eventos. Gosta de cozinhar de tudo, mas é apaixonada por fazer comida com ingredientes frescos, sem corantes, aromatizantes e produtos industrializados, incluindo ingredientes saudáveis em receitas tradicionais. Tem como objetivo deste curso proporcionar às crianças a oportunidade de descobrir ingredientes e preparações para ampliar o repertório gastronômico.

DANÇA

Considerando a dança como uma das formas privilegiadas de expressão do corpo criativo, o curso propõe um espaço onde as crianças possam desenvolver uma maior percepção de seu corpo e de seu movimento com base em princípios da dança contemporânea, release, educação somática e das danças, brincadeiras e jogos presentes nas culturas populares brasileiras. Qualidades e capacidades expressivas são desenvolvidas por meio da percepção corporal e do reconhecimento das distintas qualidades de movimento.

O conhecimento do próprio corpo em movimento – coordenar movimentos, equilibrar o tônus, explorar o espaço pessoal-físico-social, reconhecer os diferentes ritmos, reconhecer limites entre seu corpo e o corpo do outro, dançar no e com o grupo – é fundamental para o desenvolvimento psicomotor das crianças e contribui para o desenvolvimento do potencial expressivo e criativo de cada aluno dentro de um contexto coletivo.

O desenvolvimento psicomotor, a socialização e o processo criativo são trabalhados ludicamente, tornando possível a expressão do corpo criativo na dança. Nas aulas, o trabalho será desenvolvido a partir de técnicas criadas com base nas danças moderna, contemporânea, clássica e ioga, que trabalha fundamentalmente a respiração na realização de movimentos, com foco no “soltar, relaxar, liberar”.

O curso trabalhará:

  • atividades desenvolvidas a partir de conhecimentos da educação somática, com e sem materiais proprioceptivos;
  • brincadeiras da cultura infantil;
  • conteúdos da arte do movimento/dança educativa – Fatores de movimento (espaço, tempo, peso, fluência), exploração de direções e níveis;
  • danças populares brasileiras (frevo, bumba meu boi, maracatu, cirandas, samba, cacuriás e outras);
  • improvisação e investigação criativa;
  • dança como processo criativo e expressivo;
  • interfaces com outras linguagens e áreas do conhecimento, como artes visuais, música e teatro;
  • exercícios da técnica release: respiração, contração e relaxamento;
  • atividades lúdicas com posturas e ensinamentos da ioga;
  • atividades em duplas, trios e grupos de escuta coletiva;
  • apreciação artística.

Professora: Valéria Kimachi
Bailarina e musicista, com formação em dança clássica, contemporânea e danças afro-brasileiras. Em 1985 fez parte da primeira turma da Faculdade de Dança da Unicamp. Foi bolsista do Joffrey Ballet de Nova York em 1981. Participou dos espetáculos “No fire escape in hell”, em 1987, com Michael Clark; “Ópera dos Quinhentos”, dirigida por Naum Alves de Souza, em 1992, com J. C. Violla; “Manos Arriba”, “Palimpsesto” e “O Tico-Tico”, com o Grupo Marzipã, entre 1986 e 1990; “Pas-De-Deuses”, em 1985 e “Kashmir Bouquet”, em 2008, com Ivaldo Bertazzo. Estudou violino com Yoshitame Fukuda. Atualmente faz parte do grupo Vozeiral, formado por mulheres, que une canto e performance.

Vestimenta: roupa de tecido flexível.

ESCOLA DA BOLA E ESCOLA DE FUTEBOL

As vivências esportivas são direitos das crianças. Como se iniciar nessas práticas de maneira lúdica, desenvolvendo noções de respeito e cooperação? Como propor atividades que respeitem suas necessidades de desenvolvimento? Acreditamos que práticas coletivas trazem consigo um sem número de valores, sentimentos, emoções, tristezas e alegrias – por que não?

Qual a finalidade do trabalho com esportes como o desenvolvido na Escola da Bola, Futsal, ou outro, quando há Educação Física na grade curricular? O que distingue esses dois momentos? As diferenças são muitas e muito importantes, mas a principal é que há uma escolha individual motivada pelo gosto pelas atividades esportivas, o que é variável e heterogêneo nas aulas regulares de Educação Física. Tal inclinação pessoal deve ser respeitada e desenvolvida – esse é o papel fundamental do trabalho voltado aos esportes.

O que propor para a faixa etária que abrange a Educação Infantil e as séries iniciais do Ensino Fundamental I quando o papel dos esportes é claramente lúdico e sociabilizante? Além disso, que modelo desportivo pretendemos seguir para desenvolver esses aspectos? Devemos lembrar que os esportes são definidos nos Parâmetros Curriculares Nacionais como parte dos temas transversais, o que os situa muito além de uma simples prática: os esportes são formas vitais de se aprender a ser, a saber e a fazer. Nesse sentido, os focos dessa proposta são a participação e a educação desportiva, e não o rendimento desportivo, passível de experiência e abordagem crítica nas séries posteriores.

Para o G3 da Educação Infantil ao 3º ano do Ensino Fundamental, a Escola da Bola é uma metodologia de iniciação e aprendizagem desportiva fundamentada nas mais atuais das ciências do movimento e do treinamento desportivo. Os três componentes básicos do método são:

  1. Jogos situacionais: acertar o alvo, transportar a bola ao objetivo, tirar vantagem tática no jogo, participar de jogo coletivo, reconhecer espaços, superar o oponente, oferecer-se e orientar-se.
  2. Desenvolvimento de capacidades: exigências de pressão de tempo, precisão, complexidade, organização, variabilidade e carga.
  3. Desenvolvimento de habilidades: controle de ângulos, regulação de aplicação da força, determinação do momento do passe, das linhas de corrida e do tempo da bola, antecipação da direção do passe, antecipação defensiva e observação dos deslocamentos.

Esse conjunto de atividades visa relacionar movimentos comuns nos esportes, sem especialização precoce e de forma lúdica, aproximando os alunos dessa faixa etária das dimensões táticas, da coordenação e das técnicas presentes nos esportes com bola – tchuquebol, futsal, basquete, handebol e vôlei.

Para o 4º e 5º ano, faixa etária cujo interesse pelos esportes coletivos é evidente, a Escola de Futebol aparece como destaque, principalmente entre os meninos, embora seja crescente e desejável o interesse das meninas por essa atividade, o que nos leva a propor uma abordagem coeducativa, na qual meninos e meninas participam nas mesmas condições.

Para além dos elementos situacionais e do desenvolvimento de capacidades e habilidades específicas do futsal trabalhadas na Escola da Bola do G3 ao 3º ano, para as séries finais do Ensino Fundamental I ganham força os elementos legais (regras, espaços e materiais específicos), culturais, éticos, históricos e estéticos. Essa abordagem múltipla nos permite desenvolver uma iniciação desportiva específica que, embora tenha em si evidentes e importantes aspectos técnicos e competitivos, ainda revela uma riqueza humanista e cooperativa que ultrapassa muito sua simples prática.

Professor: Mauro César Fonseca Patrício é professor e treinador de esportes, futsal e futebol society. Formado em Educação Física pelo Centro Universitário UniFMU (2004) e pós-graduado em Educação Física e Metodologia de Aprendizagem e Treinamento de Futebol e Futsal na Universidade Gama Filho (2006). Atuou como professor de escola de esportes, futebol, futsal e futebol society em algumas instituições de São Paulo, atendendo crianças de diversas faixas etárias.

Vestimenta: camiseta; bermuda, calção ou calça de tecido flexível, que não prenda os movimentos; meia e tênis.

ESCOLA DE ESPORTES

Os treinamentos esportivos tem como principal objetivo estimular a prática da atividade física e, além disso, mostrar por meio do esporte alguns conceitos sociais, como trabalhos em equipe, estímulos competitivos, respeito às regras em um ambiente que é necessário o auxílio de outras pessoas (alunos, professores e adversário) para tentar superar obstáculos.

GINÁSTICA ARTÍSTICA

A Ginástica Artística (GA) é uma das modalidades mais antigas entre os esportes olímpicos e sempre atraiu grande número de espectadores e praticantes pelo mundo devido ao fascínio causado pelos belos movimentos executados pelos ginastas.

Sua criação ocorreu na Alemanha, no início do século XIX, com a função de manter os alemães ativos e preparados para combates em tempos de invasões. Difundiu-se então para diversos países como uma manifestação, uma atividade de massas, até se tornar um esporte bem organizado, regido por uma federação internacional. Com a criação dos Jogos Olímpicos da era moderna, a GA tornou-se modalidade do programa olímpico, desde sua primeira edição em 1886, em Atenas, na Grécia.

Se, por um lado, a GA é vista como um esporte de alto nível, com exercícios difíceis e que necessita de longos treinamentos e extrema dedicação, por outro, pode e deve ser vista como uma atividade física de base formativa e educativa, com vista de uma perspectiva pedagógica de larga experiência motora.

Partindo-se do princípio de que a prática esportiva contribui de maneira significativa com o desenvolvimento corporal, motor, cognitivo, afetivo e social do praticante, além de colaborar para a sua formação como um cidadão capaz, temos o esporte como uma ferramenta educacional de grande qualidade, firmada como um direito de todos, cujo papel é essencial nas fases em que o ser humano tem o seu maior desenvolvimento: a infância e a adolescência.

É nessa perspectiva que se fundamenta o curso de Ginástica Artística. Acreditamos que a Ginástica Artística não é um esporte restrito a um determinado tipo físico. Também não é um esporte apenas para formar campeões por meio do treinamento intenso. A Ginástica Artística, antes de tudo, é uma atividade sem igual, que desenvolve as mais diversas habilidades e capacidades físicas do praticante, suas funções cognitivas e seu relacionamento social. É um esporte completo por desenvolver características físicas, morais e intelectuais dos alunos, tais como força, coordenação, flexibilidade, memória, percepção, concentração, coragem, disciplina, companheirismo, entre outras; e, por sua variedade, motiva a evolução e a superação de desafios por parte do praticante.

Professor: Fransergius Gebara
Graduado e licenciado em Educação Física pela Escola de Educação Física e Esporte da USP e Especialista em Treinamento Desportivo pela UNIFESP. Foi atleta de Ginástica Artística e atua como professor de Ginástica na prefeitura de Osasco. Também é integrante do Grupo Circense Estrupeados.

Vestimenta
Roupa de tecido flexível, que não dificulte os movimentos durante as aulas. Nas apresentações, as meninas usarão collant da Oficina Toka e os meninos shorts e camiseta da Oficina Toka.

HQ E ARTE DIGITAL

No desenho, imaginação e técnica aliam-se para criar. O curso de Histórias em Quadrinhos e Arte Digital irá unir técnicas tradicionais da arte sequencial e apresentar todas as etapas de produção com as novas possibilidades tecnológicas para produzir ações digitais, como animações, jogos e conteúdos para diversas plataformas.

Em um espaço livre para descobertas e exercícios, os alunos aprimoram sua expressão artística, desenvolvem habilidades em desenho e outras técnicas, descobrindo novas formas e estilos pessoais de expressão, dando vida às suas ideias e sentimentos pela arte.

Professor: Daniel Vardi
É professor de História em Quadrinhos, colecionador de gibis e desenhista. Criador da Publigibi, empresa especializada em multimídia, animação e HQ. Desenvolvedor e criador do Projeto Amanhecer, que, em parceria com a Dixie Toga, realizou trabalho de inclusão digital através da arte-educação, contemplando aproximadamente 1.800 crianças em 10 cidades brasileiras.

KUNG FU

Os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) afirmam a necessidade de os alunos participarem de atividades corporais, manterem atitudes de respeito e repúdio às práticas de violência contra o outro, aprenderem com a diversidade cultural de maneira plural, desenvolverem a capacidade analítica e crítica. As artes marciais de um modo geral, e em específico o Kung Fu, entram exatamente nesse contexto, como uma ferramenta para o desenvolvimento holístico da criança e do adolescente.

O Kung Fu é uma arte marcial milenar, sua história está ligada diretamente à história da China. Nos dias de hoje, pode ser considerada uma arte marcial direcionada para o bem estar físico, para a saúde mental, para a correção e manutenção do sistema motor, para a melhoria do sistema respiratório, dentre muitos outros benefícios.

Por ser uma incrível técnica de defesa pessoal, melhora a autoestima, condicionamento físico e cuidado com a saúde. KUNG FU significa “habilidade”, e cada participante pode direcioná-la para aquilo que mais necessita.

Professor: Marcus Martins
É formado em História pela Uni Sant’Anna e especializado em arqueologia pela PUC, tendo atuado vários anos na profissão. Desde cedo, fascinado pelas artes marciais, em especial a chinesa, escolheu o Kung Fu como meio de vida. Treinou estilo Louva-a-Deus com o Mestre Gabriel Pires de Amorim e Tai Chi com o Mestre Dagoberto Luiz de Souza. Foi, em 2004 e 2005, campeão paulista e brasileiro. Participou de diversos campeonatos nacionais e internacionais. Foi sócio instrutor da TSKF Casa Verde, onde formou outros instrutores. Em 2008, alcançou o grau de faixa preta de Kung Fu e, em 2009, sagrou-se campeão em Tai Chi no Campeonato Mundial na Alemanha. Em 2008 e 2009, atuou como árbitro no internacional Championship Tournament e, em 2010, foi convidado a chefiar a arbitragem de Tai Chi no mesmo campeonato. Possui artigos publicados, dentre eles: “Artes Marciais e suas influências na História da China” (revista Desvendando a História,  Editora Escala, 2008). Possui conhecimentos em traumatologia especializada para artes marciais. É membro da Associação Internacional de Kung Fu Yee’s Hung Ga, sob a supervisão do Grão Mestre Frank Yee (Yee Chi Wai) e Sifu Pedro Cepero Yee, dedicando-se ao ensinamento e continuidade do Kung Fu tradicional e do Tai Chi.

Vestimenta:
• Calça Kung Fu (preta com elástico no tornozelo);
• Camiseta amarela “Hung ga” (estilo do Kung Fu trabalhado no curso);
• Faixa de Kung Fu.

LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO MUSICAL

Esta oficina intersérie é voltada para a criação e composição coletiva de peças autorais, que serão ensaiadas ao longo das aulas, buscando desenvolver o conhecimento de diferentes técnicas de composição e aumentando o repertório de gêneros musicais. As atividades são voltadas exclusivamente para músicas instrumentais.

MARCENARIA E METALURGIA

Nesta oficina de marcenaria básica serão abordadas técnicas dos ofícios tradicionais da marcenaria. Apresentar as ferramentas, as máquinas, a forma certa e segura de usá-las, assim como cuidar delas e do espaço. Criar a autonomia no ambiente de uma oficina com exercícios práticos de criação e montagem de projetos.

Já a oficina de introdução às técnicas do ferreiro tem como proposta apresentar um ofício tradicional que está cada vez mais sendo esquecido. Os alunos participarão de aulas expositivas e práticas na construção de ferramentas e utensílios que poderão ser utilizados posteriormente para construir outros projetos, por exemplo: forjar um martelo. Além disso, serão tratadas especificidades dos metais no âmbito da metalurgia e dos tratamentos térmicos necessários para cada propósito.

Professor: Roger Satoru Nakumo
É bacharel em Artes Visuais pela Faap. Trabalha como Assistente de Artes Visuais no Colégio Oswald de Andrade do Ensino Fundamental II e Ensino Médio e também é oficineiro das eletivas do Ensino Fundamental II, com o curso de Dispositivos Eletrônicos. Durante 4 anos foi tutor no ateliê Tempo & Espaço, desenvolvendo projetos com crianças e adolescentes de 05 a 18 anos. Trabalha com projetos de cutelaria artesanal que vão desde facas para cozinha até lâminas para ferramentas da marcenaria. Ministra cursos de introdução à cutelaria para adultos em sua oficina.

MUSICALIZAÇÃO

Esta oficina visa proporcionar às crianças, de forma lúdica, o desenvolvimento da percepção sobre os elementos musicais, como andamento, altura, ritmo e intensidade dos sons, a partir da exploração de instrumentos musicais, movimentos corporais e possibilidades sonoras do corpo, oferecendo uma experiência que estimule o interesse da criança pela música como recurso expressivo, com abertura para uma possível futura escolha instrumental.

Dentro dessa proposta, o manuseio e conhecimento de diversos instrumentos percussivos, melódicos e harmônicos, como violão, violino, metalofone, sinos, caxixis, agogôs, reco-recos, pandeiros, cabuletês, paus-de-chuva, entre outros, são incorporados em atividades de contação de histórias, dramatização e jogos, favorecendo também a construção de um repertório musical. Além disso, alia-se à prática de instrumentos a exploração de sons produzidos por objetos e pelo corpo, bem como a construção de instrumentos pelos próprios alunos, utilizando materiais diversos como sucatas.

O trabalho conta com o aproveitamento da experiência e especialidade instrumental de seus professores e de uma organização dinâmica do tempo de aula, contemplando as possibilidades da faixa etária.

Professores:
Gualtieri Beloni Filho
Maestro, compositor, violonista e cantor. Formado em Música, com habilitação em violão clássico, pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, e em Composição e Regência, pelo Instituto de Artes da Unesp. Foi cantor do Coral Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo de 1990 a 2002, atuando também como arranjador, violonista e compositor em vários espetáculos do Teatro. Apresentou sua Suíte Sinfônica para Coral e Orquestra, em 2001, na abertura dos concertos do novo milênio, também no Teatro Municipal, sob a regência do maestro Samuel Kerr. Atuou como solista (tenor) em vários musicais e obras sinfônicas. Foi maestro de diversos corais de empresas (Pepico, Alcatel, Ipiranga, entre outros). Compõe trilhas sonoras institucionais para TV e peças de teatro. Foi maestro do coral infanto-juvenil dos Meninos do Morumbi. É o atual regente do Coral CETESB e do Coral do TEMS. Assumiu a regência do Coral do Colégio Oswald de Andrade desde 2007. É professor de musicalização infantil.  

Valéria Kimachi
Bailarina e musicista, com formação em dança clássica, contemporânea e danças afro-brasileiras. Em 1985 fez parte da primeira turma da Faculdade de Dança da Unicamp. Foi bolsista do Joffrey Ballet de Nova York em 1981. Participou dos espetáculos “No fire escape in hell”, em 1987, com Michael Clark; “Ópera dos Quinhentos”, dirigida por Naum Alves de Souza, em 1992, com J. C. Violla; “Manos Arriba”, “Palimpsesto” e “O Tico-Tico”, com o Grupo Marzipã, entre 1986 e 1990; “Pas-De-Deuses”, em 1985 e “Kashmir Bouquet”, em 2008, com Ivaldo Bertazzo. Estudou violino com Yoshitame Fukuda. Atualmente faz parte do grupo Vozeiral, formado por mulheres, que une canto e performance.

NATAÇÃO

A prática esportiva é fundamental para o desenvolvimento das crianças e a natação, por excelência, merece uma atenção especial. Além dos benefícios físicos como desempenho cardiovascular, respiratório, alívio das articulações, coordenação motora, entre outros, a sua prática desde cedo é útil e necessária, na medida em que envolve questões de segurança.

Para atender a esses objetivos, buscamos uma parceria com uma escola de natação experiente no trabalho com crianças de idades diferentes, entendendo que o lúdico e o técnico devem ser considerados para que as crianças se sintam estimuladas ao aprendizado e os desafios propostos respeitem as necessidades (possibilidades e limites) de cada faixa etária.

Para as crianças, o contato com a água é bastante atraente. Por meio do lúdico, as crianças familiarizam-se com o meio líquido (em piscinas com água aquecida e tratada com sal), aprendendo a nadar, inicialmente, sem se dar conta. Aos poucos o aprendizado vai se tornando mais consciente e vão desenvolvendo cada um dos estilos de nado.

Parceria: Escola de Natação Mundo Azul
http://www.escolamundoazul.com.br

ROBÓTICA

Brincar, divertir-se e aprender é o que as crianças fazem nas aulas de robótica!

A robótica vem crescendo e ganhando espaço não só no mundo científico, mas também em escolas, promovendo enorme interesse das crianças por ser uma ferramenta que permite sua interação com o meio e a demonstração prática de muitos conceitos teóricos, às vezes de difícil compreensão.

A Robótica Educacional consiste em criar um ambiente de aprendizagem que reúna materiais de diversos tipos, compostos por peças e mecanismos de diferentes funções e possibilidades, engrenagens, motores e sensores controláveis por computador e softwares que permitam programar, de alguma forma, o funcionamento dos modelos montados. Dentro do curso, os alunos são desafiados a observar, abstrair, raciocinar e inventar, explorando sua capacidade de criação.

A robótica ajuda no desenvolvimento cognitivo das crianças por meio de atividades desenvolvidas em grupo, em que podem vivenciar situações e desafios do seu cotidiano: planejamento, apuração as ideias, montagem, programação, teste e correção do funcionamento de mecanismos.

Dessa forma, trabalhar em equipe, partilhando conhecimentos e aprendendo de forma cooperativa, compreender conceitos de física, matemática, arte e engenharia, adquirir autonomia, desenvolver raciocínio lógico, pensamento crítico, habilidade de planejar, registrar, resolver problemas e criar são algumas das aprendizagens que o curso de robótica propicia, objetivos pertinentes a sua metodologia e perseguidos a cada aula.

Material

Cada criança possui um conjunto de materiais (kit), com o qual trabalha tanto nas aulas como nas propostas de trabalho de casa. O kit robótica é formado por uma variedade de peças com diferentes funções (pinos, eixos, engrenagens, polias, motores, sensores, suportes, baterias…) que possibilitam a montagem dos diversos projetos, sejam estruturas rígidas ou móveis. Junto com o kit, há ainda uma apostila com propostas de atividades e desafios, utilizada para orientação na montagem dos projetos, planejamentos e registros das descobertas.

Coordenadora:  Lyselene Candalaft Alcântara é formada em Ciências da Computação pela Unicamp; Especialista em Educação pelo Mackenzie e Universidade de Juiz de Fora; Especialista em Administração pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou em alguns projetos relacionados ao uso da tecnologia no processo ensino/aprendizagem: “Projeto Horizonte” (IBM); “Linguagem Logo” (Unicamp); “Projeto ThinkQuest” (Oracle). Longa experiência em tecnologia aplicada; nos últimos anos, seu foco de atuação tem sido a Robótica Educacional. Atualmente é responsável pelo desenvolvimento de projetos, capacitação de professores e implantação de cursos em escolas que tenham parceria com a Robota Tecnologia Educacional.

Professores:
Clodoaldo Silva é professor de Robótica Educacional pela Robota Tecnologia Educacional, formado em Eletrônica pela Radial, em 1996, e Pedagogia pela UNIESP, em 2015. Atua como educador desde 2014, em projetos que envolvem tecnologia e educação. Seu trabalho tem como foco incentivar a criatividade, o trabalho em equipe e o aprendizado usando a Robótica Educacional como ferramenta pedagógica de desenvolvimento humano.

Isabel Cristina Colsato é professora de Matemática licenciada pela Faculdade de Ciências e Letras Teresa Martin em 1982, Pós-graduada em Educação Matemática com novas Tecnologias pela Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC em 2009. Tem ampla experiência em sala de aula, atuando desde 1995 como professora das redes estadual e particular de ensino do Estado de São Paulo. Professora de Robótica Educacional pela  Robota Tecnologia Educacional desde 2015, ministrando aulas de robótica, lógica, programação e informática para alunos do Ensino Fundamental I e II. Ministrou cursos de especialização na área de lógica e de programação pela Escola Politécnica da USP em 2015, pela PUC-SP em 2016, e pela UNIFAL em 2017.

TEATRO

O curso de Teatro pretende, ao longo dos encontros, desenvolver nas crianças habilidades para utilizar o corpo de forma expressiva, improvisando e experimentando elementos do teatro. Para tanto, são realizados exercícios teatrais que visam promover o jogo, princípio importante da vivência da prática teatral. Os jogos teatrais constituem desafios pelos quais as crianças são estimuladas a criar situações com e sem o uso da palavra, por meio de recursos como imagens, pinturas, adereços, sejam do acervo do próprio curso ou criados e confeccionados pelos alunos.

As aulas de Teatro para crianças (G3 ao G5)
Nas aulas, serão feitas propostas tendo em vista:

  • trabalhar elementos teatrais básicos: ritmo, espaço, histórias, contato com canções, poesias, contos, bonecos (teatro de sombras e teatro de bonecos), entre outros;
  • desenvolver trabalho corporal para que a criança explore, reconheça e descubra suas possibilidades;
  • possibilitar à criança um espaço onde possa experimentar, vivenciar e brincar com outras crianças.

As aulas começam com um aquecimento corporal por meio de jogos e brincadeiras. Em um segundo momento é feita a proposta do dia, sempre lúdica: construção de uma história utilizando adereços, cenários, música, iluminação, por exemplo. Por fim, um exercício de relaxamento.

As aulas de Teatro para crianças (1º ao 5º ano)
Nas aulas, serão propostas atividades que visam trabalhar conteúdos, conceitos e habilidades essenciais para a vivência teatral, tais como:

  • compreensão do teatro como comunicação e produção coletivas;
  • desenvolvimento da observação;
  • experimentação, reconhecimento, exploração e descoberta de suas possibilidades a partir do trabalho corporal;
  • utilização do corpo e da voz de forma expressiva;
  • vivência da improvisação, criando significados no plano sensório-motor;
  • conhecimento e utilização de elementos teatrais básicos, como ritmo, espaço, som, luz, contos, poesias, canções, músicas, bonecos (teatro de boneco e teatro de sombras), cenários, figurinos…

As aulas começam com um aquecimento corporal por meio de jogos e brincadeiras. Em um segundo momento é feita a proposta do dia, que pode ser individual ou coletiva. No final, abre-se espaço para que os alunos troquem suas experiências e vivências teatrais.

Professora: Tássia Melo
Atriz, bailarina e professora. Graduada em Educação Física, formada em Ballet pela Royal Academy of Dance (Londres) e em teatro pela Escola de Atores Wolf Maya. Participou de cursos de aprimoramento tanto em dança como em teatro, em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Joinville, Puebla (México), entre outras. Possui anos de experiência como professora de dança e teatro para crianças, adolescentes e adultos. Em TV e cinema, participou do filme E a vida continua, de Paulo Figueiredo. Em teatro, participou da montagem da peça Tio Vânia, pelo projeto Ademar Guerra, sob direção de Erick Gallani; São Paulo Surrealista I e São Paulo Surrealista 2: A Poesia feita Espuma, da Cia. Teatro do Incêndio, sob direção de Marcelo Marcus Fonseca; O Lugar de Onde se Vê, da Cia. Ouro Velho, sob direção de Paulo Marcos (em cartaz). Diretora de Movimento na montagem Fora da Ordem e Macunaíma, direção de Paulo Marcos Brito, Escola de Atores Wolf Maya.

VIOLÃO

A oficina de Violão compreende as técnicas do violão popular e erudito, além de uma iniciação à guitarra e ao contrabaixo elétrico, assim como noções básicas de canto.

As aulas são dadas em grupo, favorecendo o desenvolvimento da capacidade de ouvir e de assumir diferentes funções com o instrumento (solo, acompanhamento e baixo). Essa dinâmica possibilita a participação do aluno no projeto de formação de bandas, que vai se aprimorando no decorrer das etapas abaixo.

  • 1a etapa – após a escolha do tamanho de violão adequado e do material de apoio, os alunos aprendem o posicionamento para tocar, o nome das notas, pequenas melodias, alguns acordes, ritmos e entoação de voz.
  • 2a etapa – propõem-se novos conteúdos de aprimoramento técnico do violão, como escalas, estudos para mão direita e esquerda, encadeamentos de acordes, melodias mais elaboradas, novos ritmos e acordes com pestana, além do contínuo desenvolvimento vocal.
  • 3a etapa – desenvolvem-se técnicas e estilos específicos para violão, guitarra, contrabaixo e voz (dedilhados; uso da palheta; acordes dissonantes; riffs e solos de rock; linhas de baixo; backing vocal; ritmos da bossa nova, samba e jazz).
  • 4a etapa – introdução de técnicas avançadas em improvisação, percepção, arranjo, harmonia e violão erudito.

OBS.: a leitura de partitura e cifra acompanha todas as etapas.

Material (antes de adquirir, conversar com o professor – na primeira aula do curso – para ter as especificações de modelos, tamanhos e marcas adequados a cada aluno):

  • Violão
  • Apoio de pé
  • Estante de partitura
  • Pasta catálogo

Professor: Danilo Trevisan
É professor de violino e violão, formado em Música pela USP, tendo cursado várias disciplinas na área da Filosofia, Estética da Arte e Psicologia na USP, na PUC e na UFBA. Deu aulas no Espaço Musical, bem como nos cursos extracurriculares do Colégio Oswald, onde atuou por mais de 10 anos. Atualmente desenvolve o projeto “Tocando na Escola”, em alguns colégios particulares de São Paulo. Em 2012 integrou-se à equipe da Oficina Toka como professor.

VIOLINO

O violino é um dos instrumentos importantes da orquestra. Sua prática exige dedicação, desenvolve a coordenação de vários movimentos simultâneos, a concentração, o raciocínio, a percepção e a consciência corporal.

Por sua flexibilidade natural, as crianças têm muito mais facilidade para aprendê-lo. Elas aprendem e memorizam de 10 a 20 músicas por ano, por meio da leitura de partituras.

Um dos objetivos do curso é capacitar e motivar o aluno a uma eventual profissionalização, o que exige aproximadamente nove anos de estudo. O método é inicialmente voltado para o universo lúdico da criança.

É imprescindível no curso que as famílias assistam as aulas (pai, mãe ou responsável), tendo em vista corrigir a postura das crianças e organizar seus ensaios em casa.

Material (antes de adquirir, conversar com o professor – na primeira aula do curso – para ter as especificações de modelos, tamanhos e marcas adequados a cada aluno):

  • Violino
  • Espaleira
  • Estante de partitura
  • Pasta catálogo
  • Caderneta de anotações

Professor: Danilo Trevisan é professor de violino e violão, formado em Música pela USP, tendo cursado várias disciplinas na área da Filosofia, Estética da Arte e Psicologia na USP, na PUC e na UFBA. Deu aulas no Espaço Musical, bem como nos cursos extracurriculares do Colégio Oswald, onde atuou por mais de 10 anos. Atualmente desenvolve o projeto “Tocando na Escola”, em alguns colégios particulares de São Paulo. Em 2012 integrou-se à equipe da Oficina Toka como professor.

YOUNG ENGINEERS

Hoje vivemos em um mundo cada vez mais imerso em tecnologia. De celulares a IoT (Internet das Coisas), as profissões do futuro demandarão habilidades e conhecimento para navegar as áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

Na Young Engineers, acreditamos que a maneira mais eficaz de envolver as crianças e ajudá-las a desenvolver tais habilidades é tornando o aprendizado divertido e estimulante.

Quem somos nós?

Os programas da Young Engineers já são comprovadamente aplicados em mais de 40 países e chegam agora ao Brasil. Nós oferecemos às crianças a oportunidade de aprender através de uma abordagem de Edutainment (a combinação de educação e entretenimento), usando blocos LEGO® para transmitir conceitos teóricos de um jeito divertido.

A Young Engineers é a única empresa de engenharia educacional com uma equipe dedicada de Pesquisa & Desenvolvimento formada por pedagogos e engenheiros. Nós não apenas educamos, também estamos sendo educados todos os dias.

Como fazemos isso? Combinando dois métodos.

A Young Engineers oferece uma solução de aprendizado simples para temas educacionais complexos, nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O método de aprendizado em espiral (spiral learning) expõe as crianças ao mesmo conceito teórico em diversos projetos diferentes ao longo do curso, num grau de complexidade crescente, permitindo sua fixação e aprendizado.

O método PBL (Project Based Learning) aprimora as habilidades de aprendizado independentes, que devem ajudar estudantes e adultos a enfrentar os desafios da vida real ao lado do aprendizado.

Parceria: Young Engineers
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